Música da Semana


Macaé (Clarice Falcão)

Ei, se eu tiver coragem de dizer que eu meio gosto de você
Você vai fugir a pé?
E se eu falar que você é tudo que eu sempre quis pra ser feliz
Você vai pro lado oposto ao que eu estiver?

Eu queria tanto que você não fugisse de mim
Mas se fosse eu, eu fugia

Ei, vai pegar mal se eu contar que eu imprimi
Todo o seu mapa astral?
Você foge assim que der, quando souber?
E se eu falar que eu decorei seu RG só pra se precisar
Você vai pra um chalé em Macaé?

Eu queria tanto que você não fugisse de mim
Mas se fosse eu, eu fugia

Ei, se eu falar foi por amor
Que eu invadi o seu computador
Você pega um avião?
E se eu contar de uma só vez
Como eu achei sua senha do cartão
Você foge pro Japão, esse verão?

Eu queria tanto que você não fugisse de mim
Mas se fosse eu, eu fugia

Ei, se eu contar como é que eu me senti
Ao grampear seu celular
Você vai numa DP?
E se eu mostrar o cianureto que eu comprei
Pra gente se matar
Você manda me prender no amanhecer?

Eu queria tanto que você não fugisse de mim
Mas se fosse eu, eu fugia.

Quer fazer parte da nossa equipe? Faça sua inscrição nesse link: https://docs.google.com/forms/d/1gAUeErEyWqYr_SADpmBacXRqB8fBKoXD4648th6yMJA/edit

Hoje eu falei de você


Hoje eu falei de você. Contei coisas que eu nunca tinha dito antes.
Desde que tudo passou que você se resumiu a explicações simples: “Meu ex melhor amigo”, “o amigo que eu já fui apaixonada”, “o meu amigo que se apaixonou por mim”, “o cara que eu mais gostei na vida”. Sem detalhes profundos, sem histórias só nossas, sem lembranças muito íntimas. Mas hoje foi diferente, hoje eu realmente falei de você.
Contei sobre meu medo de confiar nas suas palavras, de como eu me sentia quando você começava a se relacionar com outra pessoa, da minha espera para que você lutasse por mim, coisa que nunca aconteceu de verdade. Acabei contando dos erros que eu sei que cometi, dos que eu ainda penso se foram mesmo erros, daqueles que eu cometia em nome da nossa amizade. Sim, eu hoje falei realmente de você.
Confidenciei sobre sua importância para mim tanto antes, como hoje. Do meu temor que se tornou realidade de qualquer maneira, de como foi difícil me adaptar a uma vida sem você, da minha dúvida se deveria ou não ter tentado. Contei desse nosso “e se” e de como é difícil viver com ele, e também da forma que até hoje ele interferi na gente quando nos falamos. É, hoje eu falei de nós.
Coloquei para fora o porquê de eu ter tanta certeza que nunca mais amei ninguém, da minha fé que existe mesmo amor, da minha revolta por ter dito isso a mais alguém depois de você, mesmo quando claramente ele não mexia comigo como tu mexestes. Quando vi, já tinha falado que eu chorei de verdade quando você descobriu tudo e de como foi dolorido te deixar seguir, porque, meu bem, doeu demais.
Contei em detalhes o porquê de eu nunca ter dito um sim de verdade e o motivo que me faz não me arrepender tanto disto. Eu achava e ainda acho que foi melhor. Eu temia não estar pronta, não ser o melhor, não poder ser inteira, temia coisas que na época faziam todo sentido e, talvez, por isso, tivesse sido uma grande catástrofe ter tentando algo. Eu não estava pronta. Sim, eu também falei só de mim.
Depois eu ri enquanto lembrava de como éramos dois idiotas que riam de qualquer bobeira, das vezes em que eu levava bronca por não controlar a gargalhada com suas brincadeiras, do seu sorriso todo idiota quando eu te encarava. Mas também senti um aperto com a lembrança de que a gente nunca falou disso abertamente, pessoalmente. Será que algo teria sido diferente?
Garoto, foi difícil e ao mesmo tempo libertador, mas eu falei demais de você. E depois de contar tanto, de lembrar de tanta coisa, percebi que não contei quase nada. Ainda tenho tanta coisa só sua aqui dentro, tantas histórias apenas nossas, cada bobeira que o tempo já começou a me fazer esquecer.
Hoje eu falei de você, falei muito, mais que nunca. Mas hoje me dei conta que ainda tenho muito mais de você aqui dentro.

Voltamos!

Depois de quase dois meses sem nenhuma postagem, o blog está novamente ativo. Os motivos para a falta de posts são diversos, e vão desde falta de tempo à falta de um layout novo. Falando em lay novo, esse é que está no site foi Michelly Melo do blog Dezoito Primaveras.
Para essa nova fase do blog e da minha vida, a presença de mais colaboradores é quase que imprescindível, por isso, queria convir você a fazer parte da nossa equipe.
Você é bom em resenhas de filmes? Então, vem conosco!
É bom em resenhas de livros? Vem com a gente também!
Gosta de escrever e faz uns textos bem legais? Teu lugar é aqui!
Entende de moda? Vem pra cá!

Se você tem interesse em colaborar em uma ou mais funções, é só preencher o formulário.

Para acessar o formulário, clique aqui.

Eu sempre soube


Eu sempre soube, desde a primeira vez que conversamos de verdade que eu sabia: eu não poderia amar você. Não foi falta de papo, se você lembrar, conversamos até demais. Não foi também a antipatia que eu tinha por você, ela foi quebrada no primeiro sorriso que tu me arrancaste. Eu soube no momento da nossa despedida, no constrangimento que foi, para nós dois, dar xau. Você me olhou com um certo nervosismo e me estendeu a mão, assim como a gente cumprimenta um chefe, eu fiquei toda embolada, sem saber o que deveria fazer, "não deveríamos nos abraçar?" pensei. Mas daí eu apertei sua mão de volta, e a gente ficou ali, se olhando com um sorriso que dizia: a gente quer mais, mas não podemos mais isso. Foi ali que eu percebi, não seria apenas o abraço que desejaríamos e não teríamos, aquilo seria a gente. Sempre.

A gente realmente não controla totalmente nossos sentimentos, mas em algum momento entre o interesse e a paixão, temos o momento de pensar: até onde isso pode chegar? Eu queria ir longe, acredite, mas eu sabia que não poderíamos ir tanto assim, por isso, não me deixei te amar. O que eu posso fazer? Depois de um amor mal sucedido, a gente começa a evitar outros. E sobre nós, eu sabia, aquilo não rolaria.
Eu senti isso no nosso segundo encontro, quando magicamente eu tive um controle que nunca tinha tido antes e te vi perder boa parte do seu. Eu não queria aquilo, não queria ser seu descontrole, porque​ eu sabia que um dia acabaria perdendo o meu também. Eu não podia amar alguém pra no fim os dois saírem com algo negativo.
Tive a certeza quando te vi seguindo a vida, você me mostrou mais do que eu conhecia. E não foi o ciúme que me fez desistir de vez, foi ver que mesmo seguindo, a gente continuava ali, em uma espécie de stand by, só pra o caso de você se arrepender. Eu não queria isso. Certeza maior foi quando a gente não sabia mais como lidar com essa vontade, quando a falta de controle tornou-se a maior verdade, baby, era mais que não poder, eu não deveria te amar. E sabe por quê? Porque, meu bem, eu não te amei, mas eu gostei muito, mais do que você merecia, e por isso eu não podia ir em frente e acabar ferindo a gente. Eu sabia que não deveria amar você.




Música da Semana



Inocência (Danielle Cristina)


Me lanço a Ti, Pai, sou tua criança
O mundo não pode, roubar minha infância
O meu louvor, exala esperança
Não posso parar de Te adorar
Eu não sei parar de Te adorar
SOLO
O mundo ataca minha mente
Pra que eu não resgate, a minha esperança
O inimigo, que tirar de mim
Minha essência, o meu jardim
SOLO
Ele não quer, que eu me arrependa
Pra que eu não volte a inocência
Voltei, para os Teus braços, voltei
Me humilhei, e o Teu amor sarou minha terra
Me restaurou, Voltei, para os Teus braços, voltei
TODOS
Me lanço a Ti, Pai, sou tua criança
O mundo não pode, roubar minha infância
O meu louvor, exala esperança
Não posso parar, de Te adorar
Eu não sei parar, de Te adorar
TODOS E SOLO 
Porque Ele vive, posso crer no amanhã
Porque Ele vive, temor não há
Mais eu bem sei, eu sei, que a minha vida
Está nas mãos do meu Jesus, que vivo está
TODOS
Me lanço a Ti, Pai, sou tua criança
O mundo não pode, roubar minha infância
O meu louvor, exala esperança
Não posso parar de Te adorar
Eu não sei parar de Te adorar
Me lanço a Ti, Pai, sou tua criança
O mundo não pode, roubar minha infância


Música da Semana



Carla (LS Jack)

  
Eu cheguei a deixar
Vestígios pra você me achar
Foi assim que entreguei meu coração, devagar
Eu tentei te roubar
Aos poucos pra você notar que fui eu
Te guardei onde ninguém vai tirar
No fundo dos meus olhos
Pra dentro da memória te levei
Amor, você me tentou
Ô, Carla!
Eu te amei como jamais
Um outro alguém vai te amar
Antes que o sol pudesse acordar
Eu te amei, ô, Carla!
Ô, Carla!
Eu cheguei a deixar
Vestígios para você me achar
Foi assim que entreguei meu coração, devagar
Eu tentei te roubar
Aos poucos pra você notar que fui eu
Te guardei onde ninguém vai tirar
No fundo dos meus olhos
Pra dentro da memória te levei
Amor, você me tentou
Ô, Carla!
Eu te amei como jamais
Um outro alguém vai te amar
Antes que o sol pudesse acordar
Eu te amei, ô, Carla!
No fundo dos meus olhos
Pra dentro da memória te levei
Amor, você me tentou
Ô, Carla!
Eu te amei como jamais
Um outro alguém vai te amar
Antes que o sol pudesse acordar
Eu te amei, ô, Carla!

Eu te amei, ô, Carla!
Eu te amei, ô, Carla!

Desculpem o transtorno, precisamos falar de relacionamentos abusivos


Sei que hoje o post deveria ser Música da Semana, mas não posso, então, desculpem o transtorno, mas precisamos falar de relacionamentos abusivos.
Não sei se todos aqui sabem quem são, mas há um “casal” no BBB que tem levantado muita polêmica. Emilly – uma menina de vinte anos com valores bastante deturpados- e Marcos – um homem de quase quarenta anos que sempre insistiu em ficar com a tal Emilly e finalmente conseguiu – formam um casal que tem a maior torcida do programa. Talvez isso se deva ao fato de que o tal Marcos se comportava como um verdadeiro príncipe no início; eram flores, declarações, conversas até o amanhecer; e a menina conseguiu a torcida por ser bonita, jovem e ser aquele típico personagem que erra, mas parece tentar acertar, mesmo que por interesse. Mas a verdade é que pouco importa quem eles se mostraram no início, o assunto deste texto tem mais a ver com o relacionamento tóxico e abusivo que os dois mantém hoje, e que infelizmente é o reflexo de vários outros que existem aqui fora.
Existe um ditado que diz que só quem já passou, é quem sabe como é aquela experiência, isso é verdade, mas quando se trata de relacionamentos abusivos, é preciso que todos saibam, porque nem sempre quem passa consegue sair para contar a experiência depois. Então, deixa eu falar um pouco sobre o relacionamento desse casal do BBB e talvez falar um pouco de você.
Marcos, que sempre tenta parecer muito maduro e acima de qualquer erro, durante o andar desse relacionamento começou a cansar de alguns defeitos – que sempre estiveram lá – na Emilly, mas por interesse algum motivo ele não acabou com a mesma, em vez disso resolveu agir como se fosse o pai da menina e começou a tentar educá-la de um novo jeito. Não é errado você querer que seu parceiro melhore, claro, mas há um grande problema quando você começa a diminuir aquela pessoa e passa a acreditar que ela é a imperfeição em pessoa, e você a personificação das coisas boas. É isso que acontece com esse casal.
Mas não parou por aí...
O homem em questão começou a usar uma outra garota – Vivian -, que também está na casa e que Emilly sempre teve um atrito, para fazer ciúmes em sua “namorada” e também para mostrar o que seria uma mulher perfeita e em como a sua parceira estava longe disso, é válido lembrar que essa segunda garota nunca teve nenhuma proximidade com ele. Com a Emilly sempre se assumindo uma garota possessiva, era óbvio que as tentativas de seu namorado teriam uma reação. Ela começava a nutrir mais raiva pela colega de confinamento e ter ataques de ciúmes, e o que seu namorado fazia era acusar a mesma de “surtar” sem motivo algum e dizer que ela precisava amadurecer.
Com tantas brigas do casal, pessoas próximas começaram a tentar interferir, aconselhar ambos os lados, mas a menina se dizia apaixonada e ele criticava a parceira, mas depois “desculpava” a mesma e ficava com ela, não sem antes mostrá-la o quanto ela deveria ser grata por ele ainda estar com ela. As brigas foram ficando maiores e o Marcos sempre vinha com um novo método de educar a Emilly, mas no fim era sempre da mesma maneira: ela tentava falar, ele não escutava, ela gritava, ele repreendia e aproveitava o momento para mostrar que ela ainda era imatura e pouco demais para o que ele esperava de uma mulher.
Mas acredite, diminuir, provocar, não escutar e mais uma vez diminuir a namorada não foram as únicas coisas que aconteceram. Não para por aqui...
Com o passar do tempo o rapaz começou a ficar cada vez mais agressivo e autoritário. As repreensões foram virando gritos cada vez mais altos, os conselhos começaram a serem dados com o dedo no rosto dela e as humilhações ficaram cada vez mais constantes, até que na noite de sábado tudo pareceu passar dos limites.
O casal discutiu e ao ver a parceira conversando com uma terceira pessoa que ele não gosta, o homem entrou na conversa já xingando essa terceira pessoa e exigindo que a mesma deixasse sua namorada sozinha. Emilly bem que tentou explicar que não estavam falando dele, mas ele não escutou e exigiu que a menina saísse da festa para falar com ele, acostumada a fazer tudo que ele manda, mesmo a contragosto e claramente assustada, ela foi. Eles conversaram – na verdade ele falou e ela escutou – e ficaram mais calmos, mas mais uma vez Marcos colocou Vivian na conversa e tudo acabou virando uma enorme briga. Foi aí que vimos o quão tóxico é esse relacionamento.
Marcos encurralou a menina contra a parede e começou a gritar descontroladamente com o dedo no rosto dela, com medo de algo pior acontecer uma outra pessoa teve que intervir e pedir calma. O casal migrou para outro cômodo e mesmo a garota pedindo para ele se manter longe, Marcos não obedeceu e quando viu que ela não pararia, começou a segurar seu punho para que ela ficasse onde estava, mesmo com ela reclamando que aquilo estava machucando-a. Depois vimos uma coisa parecida com abraço, mas que não era, ele machucando a mão da mesma, ela com cara de pânico, depois ele se jogando por cima dela e chorando, dizendo que ela não poderia acabar com o relacionamento deles. Ela chorou junto e aceitando a culpa que ele lhe deu, acabou consolando ele.
No dia seguinte eles voltaram a conversar e mais uma vez os ânimos se exaltaram, foi aí que depois de mais um apertão no punho, Emilly falou que não iria mais aceitar beliscão, ou apertão, que o braço dela estava dolorido por causa disso. Não houve pedidos de desculpa.
A produção – erroneamente – escolheu apenas conversar com os dois separadamente e Emilly pareceu enxergar minimamente o que estava sofrendo, mas seu namorado começou a perguntar o que tinham falado para ela e quando percebeu o que estava acontecendo falou que a mesma era a única pessoa capaz de colocá-lo para fora de lá, porque ela conseguia desestruturar ele e que era isso que ela estava fazendo, sua atitudes eram porque Emilly causava isso nele, não porque ele queria.
Você pode achar isso coisa de casal, mas eu preciso te dizer que não é. Um casal, casal de verdade, eles fazem bem um pra outro. Em um namoro saudável seu parceiro (a) não vai usar outras pessoas para te irritar e mesmo que cometa esse erro, ele vai reconhecer isso depois. Se você tem um bom namoro, a outra pessoa não vai sempre jogar os seus defeitos “na rodinha”, você não será diminuída e ela não vai te fazer acreditar que é pouco demais pra mesma nem que você deveria agradecer por ainda tê-la em sua vida. Ela vai ficar na sua vida sem te cobrar um obrigada diário. Preciso que entendas que não é aceitável alguém te colocar contra a parede e lá gritar e colocar o dedo no seu rosto, muito menos te beliscar, e machucar você, essas últimas coisas, são verdadeiramente agressão.
Se você vive algo parecido com o que falei aqui, a luz vermelha acabou de ascender para você e é hora de sair desse relacionamento. Você pode ter defeitos graves, e deve sim melhorar, mas não deve ficar em um relacionamento que te diminui e usa isso contra você constantemente. Quem ama ajuda, compreende, é parceiro, e diminuir você não é amor. Se a pessoa que você tem do seu lado te machuca fisicamente, mesmo sem tapas ou murros, saia dessa, é agressão do mesmo jeito.
E sim, é normal você não ter percebido antes que vivia em um relacionamento abusivo, é muito comum você achar que na verdade a pessoa é muito boa para você mesmo ele fazendo isso, mas aproveite que finalmente viu e corre daí.
E por fim, machucar fisicamente é o estágio final de um relacionamento abusivo e várias vezes ele nunca acontece, mas ainda assim, não deixa de ser abuso. Na maioria das vezes a pessoa meche apenas com seu psicológico, e não ache que isso é pouco, é muito, é mais do que muitas pessoas podem aguentar. Não espere chegar ao último estágio e muito menos tente ficar até onde aguentar. Saia hoje, porque você pode não ter chances, nem forças para sair depois. E se você, caro leitor aí do outro lado da tela estiver passando por isso e teme sair e ser machucado, procure ajuda, se quiser conversar estou aqui, na aba contato tem o email do blog, mas minhas redes sociais estão abertas para você. Só me escuta, saí dessa. Saí daí por favor.

Música da Semana


Só Pro Meu Prazer (Leoni)

Não fala nada
Deixa tudo assim por mim
Eu não me importo
Se nós não somos bem assim
É tudo real nas minhas mentiras
E assim não faz mal
E assim não me faz mal não
Noite e dia se completam
O nosso amor e ódio eterno
Eu te imagino, eu te conserto
Eu faço a cena que eu quiser
Eu tiro a roupa pra você
Minha maior ficção de amor
Eu te recriei só pro meu prazer
Só pro meu prazer
Não vem agora com essas insinuações
Dos seus defeitos ou de algum medo normal
Será que você não é nada que eu penso
Também se não for
Não me faz mal
Não me faz mal não
Noite e dia se completam
O nosso amor e ódio eterno
Eu te imagino, eu te conserto
Eu faço a cena que eu quiser
Eu tiro a roupa pra você
Minha maior ficção de amor
Eu te recriei só pro meu prazer
Noite e dia se completam
O nosso amor e ódio eterno
Eu te imagino, eu te conserto
Eu faço a cena que eu quiser
Eu tiro a roupa pra você
Minha maior ficção de amor
Eu te recriei só pro meu prazer
Só pro meu prazer