Ilusão


Talvez hoje seja o dia de lembrar que namoramos. Primeiro você aparece bem no momento que minhas amigas brincam com o fato de eu não ficar mal por causa de garotos, ainda que acabe um relacionamento com um deles, que no caso é você. Depois, em meio a tantos textos e histórias escritas no meu bloco de notas, vejo um textinho que estava fazendo pra o teu aniversário, falando de como tudo começo. Seu aniversário passou, o namoro também, e o texto ficou aqui, esquecido, até hoje.
É engraçado como senti vontade de rir e até um pouco de vergonha quando comecei a ler. De onde eu tirei motivos para fazer aquilo? Como eu achei que nosso relacionamento duraria até o seu aniversário? Percebi que uma coisa que a gente sempre faz é se iludir, sem precisar de ninguém pra fazer isso, nós mesmos nos iludimos.
Você não me iludiu, seus beijos também não, eu me iludi, fui eu quem continuei um texto que até o celular cuidou de apagar depois de uma pane. A gente se ilude e repete pra si que algo tem como dar certo só porque a gente quer que dê, mas não dá, não tem como, é só ilusão.
Se o seu namorado passa o dia sem falar com você, se ele sempre procura transformar suas ações em defeitos, se não aceita o seu jeito, se já não te beija como antes, você tá se iludindo, isso não é mais um namoro. Só ilusão.
Se você precisa se esforçar para ter boas lembranças, se você tá se diminuindo, se você tenta dizer que a pessoa vale a pena e cogita estar errada, se não vê mais tanta graça nas piadas, se começa a lembrar de um passado antes do seu namorado, isso não é mais um namoro. Só ilusão.
E olha só como é a vida, o que no texto parecia ser uma esperança de uma menina muito racional, na verdade era ilusão de uma menina que nem estava tão apaixonada, afinal, essa paixão também era só ilusão. A gente se iludiu. Gostamos, ficamos, namoramos, brigamos e até choramos, mas a realidade nem rima com isso, porque a verdade é que a gente só se iludiu.




Te Contando: Quando éramos mentirosos

Olá leitores,


Estamos no verão aqui em Portugal e este livro veio mesmo a tempo. É o primeiro livro que leio desta autora, E. Lockhart, desconheço outros livros dela, mas tenho a dizer que a escrita desta autora não me convenceu muito.


“Gat, o meu Gat. Colhera-me uma rosa do nosso sítio de passeio preferido. Pendurara-a a secar e esperara que eu chegasse à ilha para ma dar.
Nesta altura, eu já tinha beijado um ou três rapazes pouco importantes.
Perdera o meu pai.
Viera para esta ilha, de uma casa de lágrimas e falsidade
e vi Gat
e vi aquela rosa na mão dele,
e nesse momento, com o sol da janela a incidir sobre ele,
as maçãs em cima do balcão da cozinha,
o cheiro a madeira e a oceano no ar,
chamei-lhe amor.
Era amor, e atingiu-me de tal maneira que tive de me encostar à porta de rede que nos separava só para não cair.”

Já andava há algum tempo para ler este livro, e quando vi que ele estava em promoção tive logo que o comprar.... Vocês entendem-me!!!
Não sabia era que o livro iria me fazer chorar que nem um bebê.




Achei algumas partes do livro engraçadas, nomeadamente as comparações que a autora fazia nas personagens, nunca tinha lido algo assim:
“Mirren. Ela é açúcar. É curiosidade e chuva.”
“Johnny. Ele é energia. É esforço e ironia.”

O Livro


Título: Quando éramos mentirosos
Autora: E. Lockhart
Ano: 2014
Gênero: YA, romance, mistério, ficção.

Sinopse: E se alguém lhe perguntar como acabar este livro… MINTA.
A família Sinclair parece perfeita. Ninguém falha, levanta a voz ou cai no ridículo. Os Sinclair são atléticos, atraentes e felizes. A sua fortuna é antiga. Os seus verões são passados numa ilha privada, onde se reúnem todos os anos sem exceção.
É sob o encantamento da ilha que Cadence, a mais jovem herdeira da fortuna familiar, comete um erro: apaixona-se desesperadamente. Cadence é brilhante, mas secretamente frágil e atormentada. Gat é determinado, mas abertamente impetuoso e inconveniente. A relação de ambos põe em causa as rígidas normas do clã. E isso simplesmente não pode acontecer.
Os Sinclair parecem ter tudo. E têm, de fato. Têm segredos. Escondem tragédias. Vivem mentiras. E a maior de todas as mentiras é tão intolerável que não pode ser revelada. Nem mesmo a si. 


Sobre: Todos nós queremos ter aquela família perfeita, o romance perfeito, as férias perfeitas.
A família Sinclair não é exceção.
Ricos, bonitos... Tem a sua própria ilha onde passam os verões em família, mas visto por dentro da família, conhecemos os seus verdadeiros problemas e nem tudo é um mar de rosas.
Quando Candece conhece Gat, aos seus 8 anos (verão 8), algo muda e eles criam uma ligação forte, que irá durar pelos Verões seguintes 

“Não importa se um de nós está desesperadamente, desesperadamente apaixonado. Tão apaixonado que é preciso tomar medidas igualmente desesperadas.”

Mas, após a morte da avó de Candece, a família entra em conflito e geram-se vários conflitos que põe em risco a amizade dos 3 primos, Candece, Johnny, Mirren e o amigo deles Gat e, para que nada lhes aconteça e para o bem da família, decidem meter fogo à casa do avô deles.
Candece não se lembra de nada do que aconteceu antes do seu acidente, cabe a ela própria lembrar-se de tudo e tirar as suas próprias conclusões.


A história deste livro é forte e emocionante. A escrita deixou-me um pouco triste, foi a única coisa que não apreciei do livro, mas se ignorarmos isso, é um livro de 4 estrelas. Recomendo!
Digam-me o que acharam do livro caso já o tenham lido, se o querem ler. Comentem a vossa opinião :)

“Gat, o meu Gat, que foi em tempos o meu Gat (...) Ele é contemplação e entusiasmo. Ambição e café forte.”







Música da Semana


Wanna Be Happy (Kirkn Franklin)

I just wanna be happy
But if I keep on doing the things
That keep on bringing me pain
There's no one else I can blame
If I'm not happy
Wasted time but now I can see
The biggest enemy it was me
So I'm not happy

Cry yourself to sleep
Shout and raise your hands
It w’ont change a thing child
Until you understand

If you're tired of being the same
If you're tired of things not changing
It's time for you to get out the way
Don't get stuck in how you feel
Say Jesus take the wheel
He knows the road that you need to take

If you wanna be happy
Don't you wanna be happy

I just wanna be happy
But if I keep on giving my heart
For people to tear apart
The healing will never start
So I can be happy
Will I ever be happy

Cry yourself to sleep
Shout and raise your hands
It w’ont change a thing child
Until you understand

If you're tired of being the same
If you're tired of things not changing
It's time for you to get out the way
Don't get stuck in how you feel
Say Jesus take the wheel
He knows the road that you need to take

It's so easy to complain
Addicted to the pain
You give your heart, they push it away
Jesus knows just how you feel
Just let him take the wheel
The love you need, he already gave

Do you wanna be happy
I just wanna be happy

Let me hear you say yeah yeah yeah

Te Contando: A Coroa


Informações

Autor: Keira Cass
Ano: 2016
Páginas: 310
Editora: Seguinte

Sinopse
Em A Herdeira, o universo de a Seleção entrou numa nova era. Vinte anos se passaram desde que America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria seleção. 

Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração prega peças… e agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil - e importante - do que esperava. 


Minha opinião

A Coroa foi um livro super aguardado, todos queriam saber como terminaria a historia da realeza mais amada, e bom, o que dizer? Digamos que terminou tudo bem.
Começando exatamente de onde A Herdeira parou, vemos uma grande mudança na personalidade da nossa princesa e não sei até que ponto isso foi apenas para o povo de Illía e até onde tivemos a ver com isso, não é surpresa para ninguém que Eadlyn não era querida pelos leitores, mas motivos à parte, eu gostei muito da mudança. Desde quem comecei a ler sua história, em A Herdeira, que consigo ver coisas em Eadlyn que muita gente não vê, exemplo disto é o quanto pode ser normal toda sua insegurança, ela é a princesa de Illía, oras! Mas mesmo lhe entendendo, também sentia vontade de socá-la às vezes, por isso agradeci por ela ter mudado. Tudo parecia estar tomando o rumo certo, Eadlyn mudando, Maxon e America demonstrando a paixão que a gente tanto conhecia, mas depois disso começaram os erros.
Kile, personagem que Keira tanto destacou no primeiro livro, vai sumindo cada vez mais das páginas. Um personagem novo, filho de Augusts e Georgia, surge do nada para roubar o trono e nos perguntamos por que raios Keira decidiu fazer do casal um dupla de vilões, sem esquecer que ela nem se deu ao trabalho de nos confirmar se eles sabiam de tudo, ou não.
Desde o livro passado que eu já fazia ideia de algo aconteceria entre Eadlyn e Erik, já cogitava que ela terminasse com ele, mas a maneira como Keira guiou o romance não me agradou muito, quase que em um passe de mágica a princesa descobre que ele é o homem da sua vida. Mas você já não cogitava o casal, Rayane? Sim, cogitava, mas esperava que o relacionamento deles fosse mais bem construído, mostrando a passagem por casa sentimento até chegar ao amor.
O banimento de Kile do palácio para mim foi um acerto, embora eu torcesse pelos dois juntos – a autora nos deu milhares de motivos para isto – se não deram certo, ele ao menos merecia poder viver a vida que tanto sonhou. Ver Maxon contando algumas coisas do seu passado para a filha também foi bonito, mas, mais uma vez os erros voltam a acontecer.
Como assim do anda a princesa resolve transformar a monarquia em uma Monarquia Constitucional? Gente, nem em livros faz sentido tudo acontecer tão rápido, fora que eu esperava bem mais da princesa, ela tinha melhorado tanto. A mudança de Josie eu fico em dúvida se faz sentido, ou não, só sei que gostei muito – amei o possível casal.
Então, é isso. Entre muitos erros, mas também acertos, eu diria que foi um livro mediano. Keira claramente se perdeu dos personagens dos três primeiros livros e correu muito neste último, mas ainda conseguiu nos dar o tão esperado Felizes Pra Sempre, por isso, valeu muito a pena ler.

Frases do livro
“Nada te deixa mais consciente da presença de uma pessoa do que a falta dela.”
“Esse tipo de tristeza, silenciosa e solitária, é capaz de tomar conta tão rápido que às vezes nem notamos.”
“- Você é sempre apenas Eadlyn. E é sempre a rainha... É tudo para todos. E infinitamente mais para mim.”
“Não é que eu não saiba o que estava procurando. É que não estava preparada para procurar.”


Minha nota: 8,0

Esta postagem faz parte do especial Te Contando: Série A Seleção, para ver as outras resenhas basta clicar aqui 





A gente não dá certo porque eu cresci


Sabe por que não daríamos certo? Porque eu cresci. Não sei se é tão fácil pra você entender, como é para mim, mas a verdade é que cresci e isso me impede de tentar algo com você. Na realidade me impede de tentar algo com qualquer pessoa no momento, principalmente contigo.
Não temos como dar certo porque desde que resolvi tomar as rédeas da minha vida e me obriguei a crescer, que não aceito me diminuir como antes. Desde que cresci que percebi que não dá mais pra me anular, que não aceito mais dúvidas. Consegue ver? Eu cresci e a gente não dá mais certo.
Durante esse meu amadurecimento, que veio depois de levar muita rasteira da vida, percebi que a gente não se merece, eu não mereço arriscar tudo em algo sem garantias, rodeado de dúvidas. Relacionamento, de qualquer tipo, tem que ter certeza e sobre nós eu não tenho nenhuma, só de pensar bate aquela insegurança.
Insegurança. Acho que essa é a palavra chave sobre a gente não dar certo, eu não quero mais ser aquela garota insegura que já fui tantas vezes, desde que cresci vi o quanto isso em destruía, me deixava a beira de um ataque de nervos, eu sempre fui muito insegura, mas com você eu era bem mais. Eu não quero mais ser assim.
Então é isso, entende? Não é só o fato de hoje sermos algo e amanhã nem falarmos, não tem apenas a ver com você sorrir quando me ver, mas não assumir que o motivo sou eu, é que eu cresci. E desde que isso aconteceu que eu comecei a enxergar tudo diferente e enxerguei que assim como eu antes, você também precisa crescer, e isso não é uma promessa de que um dia vamos ficar juntos, mas sim uma afirmação que desde que cresci, percebi que mereço algo melhor que a gente, você também merece. É isso, eu cresci.



Meu tempo


Quem me conhece sabe, eu não gosto de limites, regras. Não sou nenhuma rebelde, mas tem dias em que acordo pra fazer apenas o que me dá vontade, principalmente em coisas relacionadas ao que sinto.
Amo escrever, ler, opinar, conhecer, blogar, mas não consigo me forçar a fazer nada disso, faço quando tenho vontade. Não é falta de compromisso, só não sei usar minhas paixões de maneira rasa, obrigatória. Não rola, não adianta, a verdade é que não funciona. Já temos tão pouco controle da nossa vida, porque fazer daquilo que amamos um fardo?
Eu sou apaixonada por sorrisos, brincadeiras, bons livros, boas histórias. São essas coisas que me motivam a escrever, mas tem dias que a vida tá dura, sabe? Que ver um sorriso ou sorrir é algo tão difícil que a gente escolhe guardar pra gente, acha melhor não compartilhar. Medo? Talvez. Egoísmo? Pode ser também. Na verdade acho que é um pouco dos dois. Rola aquele medo de compartilhar e com isso esvaziar nosso coração daquela sensação boa, a gente quer aquilo sempre. Eu quero.
Ausentar-me daqui me deixar meio para baixo, mas às vezes é um mal necessário, isso aqui é tanto de mim que algumas vezes eu só quero deixar um pouco de lado quem sou, só pra ver se o peso diminui. Quem nunca parou e se perguntou o que fazer daqui por diante, que atire a primeira pedra, eu estava me perguntando isso durante esse tempo. Você deveria se perguntar às vezes também, é meio assustador, mas faz bem pra alma.
Mas cá estou, mais uma vez. Isso não é um pedido de desculpas, mas talvez seja um pouco e eu não queria assumir, digamos que serve como um. Só estou aqui para te dizer e também me dizer que a garota desse blog ainda existe, sempre vai existir e por mais que suma, ela não consegue ficar muito tempo longe daqui.



Música da Semana


You don't own me (Grace)


You don't own me
You don't own me

Woah, let's go
But I'm Gerald
And I can always have just what I want
She's that baddest I would love to flaunt
Take her shopping, you know Yves Saint Laurent
But nope, she ain't with it though
All because she got her own dough
Boss bossed if you don't know
She could never ever be a broke ho

You don't own me
I'm not just one of your many toys
You don't own me
Don't say I can't go with other boys

And don't tell me what to do
And don't tell me what to say
Please, when I go out with you
Don't put me on display

You don't own me
Don't try to change me in any way
You don't own me
Don't tie me down cause I'd never stay

Don't tell me what to do
And don't tell me what to say
Please, when I go out with you
Don't put me on display

Really though, honestly
I get bored of basic bitches
She's the baddest, straight up vicious
Texting her asking her
If shes alone
And if she'd sent some pictures
She said no (what)
Well goddamn, she said come over
And see it for yourself
Never asking for your help, independent woman
She ain't for the shelf
No, she's the one
Smoke with her till the weed is gone
Stayin' up until we see the sun
Baddest ever
I swear she do it better than
I've ever seen it done
Never borrow, she ain't ever loan
That's when she told me
She ain't never ever ever ever gonna be owned

I don't tell you what to say
I don't tell you what to do
So just let me be myself
That's all I ask of you
I'm young and I love to be young
I'm free and I love to be free
To live my life the way I want
To say and do whatever I please

You don't own me

Te Contando: A Herdeira


Informações

Autor: Keira Cass
Ano: 2015
Páginas: 390
Editora: Seguinte



Sinopse

Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, filha do casal. Prestes a conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, ela não tem esperanças de viver um conto de fadas como o de seus pais… Mas assim que a competição começa, ela percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto parecia.


Minha opinião

De todos, esse foi o livro que li mais rápido, em um dia eu já tinha o terminado, mas nem de longe foi o meu preferido. A Herdeira tem alguns erros, mas suspeito que o principal motivo de não gostar tanto dele tenha sido mais eu, do que qualquer outra coisa. Estamos acostumados a ler na visão de selecionada, quando isso muda, tudo parece um pouco parado, sem muita emoção.
Para essa resenha ficar melhor, irei dividi-la em tópicos.

PERSONAGENS ANTIGOS

Keira poderia, e talvez até devesse ter parado no livro anterior, mas ela ousou e escreveu mais esse. Vinte anos havia se passado desde a Escolha e acho que nem a própria autora imaginou direito o que tinha acontecido nesse tempo todo, por isso tive a sensação que ela deixou America e Maxon perdidos por aí, afinal, por mais que America tenha virado rainha, toda a essência da mesma parece ter ido embora neste livro, sem falar do quanto a luta dos livros anteriores parecem ter sido nada. Logo de cara a história não me convenceu muito.
Aspen foi um acerto, finalmente consegui gostar dele e Lucy também melhorou muito, senti falta de Mary, talvez ela tenha esquecido de Mary também. Marlee continua muito boa, só me incomodou essa necessidade de servir a America, acho que amizade a gente sabe que não precisa servir ao outro para pode agradecer algo.

PROTAGONISTA

A protagonista foi um erro e um acerto, à parte. Se por um lado Eadlyn me transmitiu medos em comum, por outro ela demonstrava tudo que ninguém deveria ser: prepotente, indiferente, controladora. E se a Keira queria colocar uma personagem que fosse tão forte igual a mãe ou até mais, ela não conseguiu muito. Para mim, a personagem poderia ter sido mais bem construída, algumas de suas ações incomodam, mas fazem todo sentido, já outras parecem perdidas na história.

PERSONAGENS SECUNDÁRIOS

Os outros personagens me agradaram muito e Kile é o meu amor pra vida toda, Josie eu fico na dúvida se gosto ou não, às vezes ela me irrita e outras eu a apoio e me irrito com a Eadlyn. Os outros filhos de America e Maxon são apaixonantes e por isso não consigo sentir raiva de um deles no fim do livro – leia e entenderá-.

Quase no fim da leitura, o livro ainda caminhava para um final não muito agradável, mas bem no fim deixou um gancho para uma possível mudança que me agradou muito. Não acho que nossa felicidade dependa de alguém, mas também acho que todos nós precisamos de alguém para dividir nossos momentos.
Com uma personagem principal que nos faz oscilar do amor ou ódio, personagens secundários agradáveis e uma passagem de tempo sem muita explicação, eu diria que A Herdeira foi uma boa ideia, porém não tão bem executada. Não foi uma leitura ruim, não é um livro ruim, mas está longe de ser maravilhoso.

Minha nota: 8,0

Esta postagem faz parte do especial Te Contando: Série A Seleção, para ver as outras resenhas basta clicar aqui