Tudo dentro de você


Sempre achei que a solidão ajudasse os escritores na hora de fazer seus mais lindos textos, e hoje, como simples aprendiz nessa arte de escrever, percebo que estava certa.
Talvez isso se deva ao fato de que escrever seja algo mais intimista, algo que precisa vir de dentro da gente, o que faz com que a gente necessite olhar pra dentro de si. Escrever é tentar desenfreadamente se entender, tentar colocar em um papel o que a gente mais deseja descobrir sobre si.
Como diz a Hazel em A Culpa é das Estrelas: Meus pensamentos são estrelas que não consigo organizar em constelações. Alguém que escreve certamente entende essa frase. A gente pensa demais, sente demais, necessita demais organizar tudo isso, e assim escrevemos, mesmo que não consigamos cem por cento de eficácia nessa tarefa.
E voltando a solidão, ela é quem mais me ajuda na hora de tentar arrumar todas essas estrelas, esses pensamentos. Tenho o privilégio de conseguir me dar bem com a solidão, por vezes somos melhores amigas, por vezes eu a convido pra sentar junto comigo, mesmo eu já tendo alguém do meu lado. 
É que as vezes a gente procura demais respostas na opinião dos outros, nos rostos de estranhos, quando na verdade as respostas tão dentro da gente. É aí que a solidão entra, toma um chá com você e te desperta pra coisas que você não percebe quando tá em meio a tanta gente.
É com ela que eu converso na hora de fazer meus textos, mesmo tendo gente ao meu lado, como tem agora. É a solidão que eu escuto agora, ou melhor, escuto meus pensamentos mais íntimos, que só vem quando eu a chamo pra sentar ao meu lado. É com a ajuda da solidão e ignorando todas as opiniões alheias que eu escrevo esse texto agora, e divido com vocês.
Quer uma dica? Se dê um minuto de solidão e escute a si mesmo, escute o que vem de dentro de você, aposto que descobrirá coisas e resposta que jamais imaginava conseguir em um lugar aparentemente tão vazio e sozinho, mas que carrega todos os sonhos e anseios do mundo. Você.


TAG: De tudo um pouco



Oi, oi amores. Fui indicada pela Chosen pra responder essa tag, e por motivos de já está bem atrasada na postagem, hoje não vou substituir a Música da Semana por ela.

1. Qual o seu estilo musical preferido? 
 É  meio difícil escolher um, eu gosto de muita coisa, desde MPB até Rock. Então, depende muito do meu dia e do meu estado de espírito.


2. Qual peça de roupa é a sua queridinha do momento?
  Vestidos


3. Qual dos seus esmaltes são mais divos, marca e cor?
  Só costumo pintar as unhas de cores neutras e principalmente duas cores que são: nude e renda.

4. Shorts ou saia, e por quê?
  Saia, não uso shorts, a não ser em casa ou quando vou pra o litoral ou algo assim.


5. Cabelo liso ou cacheado? 
  Liso, já tive cacheado, mas mudei.

6. Salto ou sapatilha?
   Salto.


7. Brigadeiro ou sorvete?
  Sorvete.
  
8. Doce ou salgado?
  Salgado.

9. Como você define seu estilo?
  Não é algo muito definido, assim como o estilo musical, meu estilo pra roupas também depende muito do meu dia e coisa assim. Mas diria que é uma mistura de despojado com bonequinha. Deu pra entender? Espero que sim hahahah.
 
10. Você é um tipo de mulher consumista ou só compra o básico?
  Eu seria mais consumista se tivesse mais dinheiro, já que não tenho, compro pouco.  
 

11. Você se considera vaidosa?
 Meio termo.

Vou indicar para a responder:


PS: Blogs indicados, não esqueçam de comentar aqui quando fizerem as suas postagens. Quero ler todas.


Papinho com a Ray


Oi, oi amores. Tudo bem com vocês? Tudo na santa paz de Deus?
Hoje eu to a fim de bater um papinho com vocês. O tema não é nada inovador, mas sabe quando você sente necessidade de tocar nesse assunto? Eu quero  muito falar sobre isso.

Padrões de beleza!

Eu sou super a favor de você se amar como você é, levanto essa bandeira. Mas parece até que a questão de se amar virou competição, sabe? Esses dias eu tava vendo uma postagem de uma revista, e nos comentários estava rolando uma briga entre “ magrinhas e gordinhas “ pra saber qual delas passava por mais dificuldades, se o homem gostava mais de osso ou de gordura, quem sofria mais bullying na escola, etc. Eu fiquei tipo: oi? Já não chega a mídia impor você ser de tal jeito, agora a gente briga entre si?
Sou muuuito magra e me sinto totalmente descolada dos padrões brasileiros de beleza. Não tenho as famosas carnes que os brasileiros fazem questão de dizer que gostam de apertar. Já escutei muitos apelidos maldosos sobre meu peso, meu corpo, com quem eu me parecia. Me incomodei muito no passado. Mas tenho uma amiga gordinha e ela também se sente deslocada, também já escutou apelidos maldosos sobre o peso, se incomodou e os mesmo brasileiros que dizem que não tenho carne são os mesmos que a acusam de ter carne demais.
Nós duas vamos brigar por isso? Me digam se faz algum sentido.
Ela sofre pra encontrar roupas que não sejam tão “ adultas “ e eu sofro pra encontrar roupas que não sejam tão “ infantis “. Ambas já se incomodaram pelos apelidinhos que receberam, ou pelos comentários maldosos de carinhas que já gostamos e que nos achavam “ diferentes dos padrões “ deles.
Não faz sentido essa briga, entendem?
Se amar é muito diferente de se sentir superior aos outros. Isso é só mais uma maneira de levantar um novo padrão. Se amar do jeito que você é não significa que só o seu jeito é o certo e muito menos que você tenha preconceito com o outro.
Você pode muito bem amar seus ossos a mostra e você também pode amar suas curvas. Mas não significa que isso te faz melhor ou pior que ninguém, que você sim tem a melhor beleza. A ideia é que cada um se ame e que não se crie mais padrões de beleza tão rígidos a serem seguidos.
Então, em vez de apontar o dedinho magrinho ou gordinho pra sua colega dizendo que você sim tem o melhor corpo, ou que você sim sofreu mais. Que tal dizer: Nós duas somos lindas do jeito que somos, e nós duas devemos nos amar assim?
Acredito que isso sim faz bem pra autoestima de qualquer garota.
E vocês, o que acham?

Música da Semana

Oi, oi amores! Hoje a música é mais que especial. Tô me sentindo com treze pra quatorze anos novamente e isso tá sendo ótimo.

Alguém aqui já teve esperança que sua banda preferida voltasse? A minha pode voltar. Então, vamos comemorar! Tus, tus! Hahaha.


23 de Novembro ( Hori )
Hoje eu parei pra escutar meu coração
Que só fala de você desde quando eu te vi
Hoje as lembranças já fazem parte dessa canção
Que eu escrevi só pra você
Nós vamos estar
Juntos mesmo quando não estamos perto
Já não importa mais o que ficou pra trás
Agora é só eu e você
Venha e me mostre como tudo deve ser
Marcou minha história mesmo sem querer
Como tudo deve ser
Eu nunca achei alguém pra ser feliz
Mas em você tem algo que me diz
Que tudo vai ser bem melhor pra mim
E você vem em câmera lenta
Agora sua imagem fica em minha cabeça
Por nós dois, eu faço tudo
Nós vamos estar
Juntos mesmo quando não estamos perto
Já não importa mais o que ficou pra trás
Agora é só eu e você
Venha e me mostre como tudo deve ser
Marcou minha história mesmo sem querer
E eu não vou mentir
Não vou mudar aquilo que eu sinto
Não vou mentir
Nós vamos estar
Juntos mesmo quando não estamos perto
Já não importa mais o que ficou pra trás
Agora é só eu... e você
Venha e me mostre como tudo deve ser
Marcou minha história mesmo sem querer
Nós vamos... estar
Juntos mesmo quando não estamos perto
Já não importa mais o que ficou pra trás
Como tudo deve ser...
Como tudo deve ser.

Citando: Realizar


O sonho quando tá na cabeça da gente parece tão bonito né? Uma realização pessoal que vai ser a chave de tudo. Tenho a impressão de que ele se prende nas pequenas fibras do celebro ( ou coração) e fica lá, pra servir de estepe pra aquelas situações em que tudo tá uma merda. 
Quando o seu chefe te liga mandando refazer o serviço que demorou uma vida pra concluir, quando o cara mais legal da turma começa a namorar alguém que não é você, ou quando sua mãe te liga pra saber por que você não leva a cama pra rua, já que não para mais em casa. Nesses momentos, é o sonho, que ainda tá lá longe, é ele que te faz respirar fundo e mentalizar: tudo bem, eu vou arrumar um emprego pra fazer o que eu gosto, eu vou encontrar a pessoa "certa", tranquilo, daqui a pouco consigo me manter e ir morar sozinho.
Porém vez ou outra a vida faz questão de materializar esses desejos, e coloca- los perto o suficiente pra você sentir o impacto real deles. E aí, vem o medo. Ora, medo de que? 
Medo de ter sido tudo uma ilusão, e dos seus planos perfeitos irem pelo ralo. Medo de ter acreditado na coisa errada. Medo de fazer errado, de sentir errado. Medo da saudade que pode dar do antes. E maior que tudo, medo de não ter mais nada pra se apegar, nenhuma faísca de sonho pra sonhar.
A gente tem mais medo de perder o sonho, do que vontade de realizar. A maioria de nós pelo menos. Digo isto, considerando as conversas de boteco, o tititi nos corredores das empresas, e a reclamação rotineira na linha do tempo do twitter. É tanta gente falando que "não vê a hora que isso, ou aquilo aconteça" que eu paro pra pensar se a hora de acontecer já não bateu na porta, e a pessoa não quis atender, ou fingiu que não ouviu, ou pior, achou que não era merecedor daquilo.
No fundo todo mundo sabe que a vida é uma só, que a gente precisa aproveitar enquanto é tempo, e que todas ( ou quase todas) aquelas frases prontas que a amiga baladeira fala quando quer companhia pra festa são verdadeiras. Então, como humilde usuária deste vasto mundo da web, uso este espaço pra deixar alguns conselhos ( já que, claro, quase ninguém faz isso por aqui).
Quando você digitar uma frase que deixa transparecer o sentimento, aperte "enviar" antes que a avalanche de pensamentos contrários invada sua cabeça. Quando te chamarem pra uma entrevista que parece boa demais pra ser verdade, diga sim antes que seu chefe ouça que a ligação é pessoal e queira descontar do seu salário. Quando você chegar em casa com fome e sua mãe não estiver por perto pra cozinhar, deite no sofá e chore desesperadamente. Brincadeira, peça o combo pizza + Coca-Cola, que fica tudo certo. E me chama pra comer junto contigo, a gente aproveita e faz um brinde. Um brinde pela derrota do nosso maior inimigo. E um brinde também pela vitoria do nosso maior inimigo. Ei, isso é um paradoxo! Cá pra nós, sempre sonhei em inventar um paradoxo, brindemos mais uma vez. 

*Texto de Débora Svaiger. Débora é dona do blog No meio das linhas . Encontrar o blog dessa garota foi ótimo, ela escreve super bem e cada texto dela é cheio de sentimentos e paz. Visitem.

O amor que desejo


Não é que amar signifique viver sorrindo toda hora, nem que não haja um pouco de sofrimento, de medo, insegurança. Mas amor que é amor, mesmo subtraindo essas coisas o resultado é positivo.

Eu quero é um amor pra poder ser dividido, não quero me sentir incapaz quando estou longe do mesmo, quero mais é que ele me mostre que sou capaz de tudo. 
Quero um que não me faça passar o dia todo pensando em como o outro está aproveitando sem mim, mas sim que me assegure que mesmo longe esse outro vai ser fiel ao nosso sentimento.
Não faço questão de um amor gritado, mostrado em exagero pra todos, mas que na real deixa tanto faltar. Quero mesmo um que complete meu silêncio com ações íntimas, pequenas, mas que fazem toda diferença.
Ah, isso sim é ter um sentimento puro, esse sim não muda. Mudar para quê se faz tão bem? 
Esse sim vale a pena, esse sim te completa. Esse sim é amor.
Até quando tira te soma, até quando chora de abraça, até quando parece mal te alegra. É amor, amor e nada mais.




PROJETO BLC - Abril: Uma Páscoa Especial


Oi, oi amores. Como vocês estão? Tudo na santa paz de Deus?
Hoje é dia de fazer mais um tema do Projeto BLC.
Vamos começar?

UMA PÁSCOA ESPECIAL...
Todos sabem que Abril é o mês que comemoramos a Páscoa e que esta data representa a ressurreição de Cristo, não é? Aproveitando esta data comemorativa, decidimos homenagear essa época tão especial e ao mesmo tempo entregar a vocês um presente mais gostoso que chocolate.

Sendo assim, imagine que você possui o dom da ressurreição literária. Mas este dom é limitado, você só pode escolher três personagens para ressuscitar.

Esta é sua oportunidade de trazer de volta aqueles personagens que quando morreram levaram junto um pouco de você. Quais seriam estes personagens e quais motivos levaram você a escolhê-los?

Então pessoal, vamos tirar os lencinhos dos bolsos e aproveitar essa chance para trazer nossos personagens queridos de volta às suas respectivas histórias!

ATENÇÃO! O post contém SPOILERS.

Geralmente os livros que leio não tem muitas mortes, e quando tem, são essenciais para o andar da história, mas depois de colocar em uma balança imaginária, consegui meus três personagens.

Augustus Waters – A Culpa é das Estrelas
Acho que o Gus vai bater recorde nesse tema, afinal, quem não gostaria de salvar esse personagem tão bom que se torna o crush literário de quase todo mundo? Hahaha.
Eu o salvaria porque não suporto a ideia de ter o amor e a vida interrompidos por algo tão cruel quanto o câncer. Ele tinha tantas coisas pra viver, com a Hanzel, ou talvez até sem ela – quem sabe do futuro? –. Só sei que viveria muito, descobriria muitas coisas. E claro, porque ele é meu amorzinho e sua morte me fez chorar horrores.

Will Traynor – Como eu era antes de você
Esse foi outro personagem que me fez chorar horrores. Não aceitei e ainda não consigo aceitar o fim dele.
Eu o salvaria porque embora eu tenha tentado de todas as formas o entender – e teve uma parte que cheguei perto disso-, acho que ele tomou a decisão mais errada de sua vida. Finalmente estava descobrindo que a vida poderia ser melhor, a Lou tava mega apaixonada por ele, sabe, nada me convence que ele fez o certo. Então eu o traria de volta a vida e ainda enfiaria em sua cabeça que ele tem vários motivos para viver, e se nenhum servir, citaria o principal, ele tem amor.

Celeste Newsome – A Escolha

Acho que depois do meu ultimo tema fica meio óbvio que a Celeste seria uma das minhas escolhas, né?!
Eu a salvaria porque acredito que nem todos tem a chance de mudar e sabe a aproveitar, e ela teve essa chance e mudou. Queria ver como seria a amizade dela com America, como seria seu futuro. Sempre imaginei que depois da conversa que teve com a America ela teria um futuro diferente.
Queria vê-la descobrindo suas qualidades, percebendo o quanto ela é boa o bastante e que não é só beleza. Ah, e queria que a mesma encontrasse seu próprio príncipe e percebesse que nem precisou de coroa pra que ela se apaixonasse por ele.

Passou a ser passado


Hoje eu apaguei nossas conversas, e acredite se quiser, não demorei nem um segundo pensando se deveria ou não fazer isso. Foi rápido e correto. A coisa faz certa que já fiz em relação a nós dois. 
Hoje eu apaguei você do meu celular, talvez amanhã eu te apague do email, depois do facebook, e por fim da minha vida. Porque hoje posso dizer com toda certeza, eu cansei. E advinha! Você não é insubstituível. Precisei ver outro idiota como você querer entrar na minha vida pra perceber o óbvio: sempre fui demais pra você, pra qualquer um dois, você nunca foi tudo isso.
Olho pra trás e vejo todas as vezes que você foi legal, que fez algo que me conquistou, foi apenas puro reflexo desse meu amor que insisti em te dar. Você não fazia nada por mim, fazia por você, pela certeza de ter alguém te esperando caso não desse certo, caso perdesse a vontade, caso precisasse de um amor de verdade. 
Então é isso meu bem, só queria escrever sobre o dia em que você começou a sumir, a deixar de ser o centro de tudo, de estar em mim. E se quer saber, não quero ouvi que está arrependido como já aconteceu tantas vezes, quero mais é que você vá pra um ligar lindo - não vou descer o nível do texto - e siga sua vida sem precisar de mim, da minha ajuda, de nada. 
Caso precise, sei como sou, vou ajudar. Mas não confunda, já não é mais por você, é só graças a essa meu jeito de boa moça que você tanto se aproveitou.